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O Mundo Não São Só Dois Países

Numa viagem de comboio, dois jovens amigos com a poesia na alma, conversam: - Não sentes que há um determinado momento em que tens mesmo que escrever? - Sim, sinto que se não escrever nesse momento, não voltarei a escrever!

O Mundo Não São Só Dois Países

Numa viagem de comboio, dois jovens amigos com a poesia na alma, conversam: - Não sentes que há um determinado momento em que tens mesmo que escrever? - Sim, sinto que se não escrever nesse momento, não voltarei a escrever!

No País da Fantasia

 

 

Tenho vergonha... Não deveria ser eu a sentir-me envergonhada, mas é o que acontece.

Qualquer pessoa honesta sente vergonha por saber que no seu país a certificação do conhecimento é um negócio que confere o privilégio de um diploma a ignorantes sem escrúpulos. Note-se que o grave não é ser ignorante, mas ser inescrupuloso.

Indigno!

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-06-23-Um-fadista-um-autarca-e-muitos-policias-ficaram-sem-curso-devido-a-Relvas

 

 

 

We Sometimes Tend to Believe That It's Real...

...and That We Probably Did Something Wrong in the Past!

 

"Karma means action, work or deed; it also refers to the spiritual principle of cause and effect where intent and actions of an individual (cause) influence the future of that individual (effect). Good intent and good deed contribute to good karma and future happiness, while bad intent and bad deed contribute to bad karma and future suffering. Karma is closely associated with the idea of rebirth in some schools of Asian religions. In these schools, karma in the present affects one's future in the current life, as well as the nature and quality of future lives - or one's saṃsāra."

 

 

Coisas Que Nunca Mudam

A despeito de modelos empresarias, diferentes ordens de fiscais, finos comensais e outras novidades mais, há coisas que nunca mudam... Felizmente!

Na Rua da Barroca, no Bairro Alto, comem-se as mais saborosas, macias, bem temperadas e, como se não bastasse, as mais fartas e baratas febras do mundo.

Lá estavam, devidamente acompanhadas da simpatia do dono do lugar, que as cozinha enquanto cumprimenta quem entra, e da não menos eficiente D. Celeste, que se desdobra para que nada falte nas mesas cobertas com individuais de papel. As mesmas mesas, a mesma simplicidade, o mesmo acolhimento, o mesmo sabor... há décadas.

Nenhuma modernidade pode superar a sabedoria de não mudar o que já é bom.

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